segunda-feira, 23 de junho de 2008
Baixa astral literario
Minha mãe sempre reclamou que eu vivia andando de cabeça baixa. "Olha pra cima, menino. Desse jeito você vai acabar caindo de cara no chão" Foi dessas palavras que me recordei ao ler o livro de estreia de Flavio Izhaki " De cabeça baixa". Engoli o livro em algumas horas na sexta passada. Tive o fim de semana para fazer a digestão. E ando fazendo a autopsia desse livro que literalmente me pegou de jeito. Narrado numa prosa elegantem porem simples, sem muitas firulas, somos jogados na pacata e sem graça vida de Felipe Laranjeiras, um escritor fracassado que se auto exilou em Curitiba, depois do termino de seu namoro e e das criticas ruins de seu primeiro livro "Desencanto". Num dia chuvoso, Felipe acaba encontrando seu livro todo cheio de anotações e uma dedicatoria. Obececado por descobrir quem foi que fez essas anotações, ele se ve na situação de voltar ao Rio de Janeiro e ter que encarar coisas que ele julgava perdidas e deixadas de lado. "De cabeça baixa" é um romance de formação ao contrario. O presonagem passa o tempo todo remoendo seus erros, sem fazer nada para mudar, ele vai seguindo em frente e nada mais, como se não houvesse evolução. O livro é muito bom, mais vai deixar um gosto amargo na boca de muito gente que ler.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
caras maus ficam com as garotas... ta bom conta outra
Um grupo de cientistas de não sei aonde - nem me dei ao trabalho de me esforçar a entender a noticia - descobriu que homens legais tem menos sorte com mulheres, e homens escrotos, babacas e cafajestes saem comendo geral - logico que eles não falarm desse jeito, mas é mais ou menos isso que eles quiseram dizer. agora alguem me diz: quem em sá consciencia vai fazer uma pesquisa tão obvia. Ninguem precisa ser cientistas para saber uma coisa dessas, eu não sei porra nenhuma de ciencia - na verdade, eu não sei porra nenhuma da maioria das coisas - e sei, ja faz muito tempo que homem bonzinho acaba virando amigo, e ser amigo hetero de mulher é roubada. Será que esse cientistas nãos tinham que pesquisar algo melhor, sei lá, será que não deveria buscar formas de curar a AIDS e outras doenças com maior eficiencia ou ate mesmo ver solução para explosão demografica no mundo, ou dar uma olhada nesse tal aquecimento global que está tão badalado entre as celebridades. Mas fazer uma pesquisa dessa é perda de tempo. E tão burrice quanto ser bonzinho.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Meu pecado
- Perdão padre, pois pequei.
- Diga-me qualfoi seu pecado, filho
- Tentar ajudar os outros padre. Tentar deixar tudo melhor para o mundo. Tentar fazer a diferença. Esse foi o meu pecado. Salvar as pessoas de si mesmo.
- Que Deus tenha piedade da sua alma, meu filho
- Diga-me qualfoi seu pecado, filho
- Tentar ajudar os outros padre. Tentar deixar tudo melhor para o mundo. Tentar fazer a diferença. Esse foi o meu pecado. Salvar as pessoas de si mesmo.
- Que Deus tenha piedade da sua alma, meu filho
Ilhado
Alguem me disse uma vez que eu era um meeeega fortaleza. Sim, exatamente desse jeito, "meeeega". Na epoca eu estav lidando com a descoberta que uma pessoa muito querida pra mim estava doente. Uma dessas doenças raras e lentas que definham a pessoa aos poucos e faz com que todos ao redor se sintam extremamente mal, pois uma doença dessa escala sempre nos recorda do quanto mortais nos proprios somos e que no fim das contas a vida acaba e a dos outrso segue e a nada que você possa fazer para mudar isso...
Eu estava nessa, e todos pareciam me procurar para pedir ajuda e requisitar conselhos, outras queriam apenas atenção. Uma ou outra queria apenas colo e um pouco de carinho. Apesar da minha solidão e alienação constante todo mundo parecia ter a mesma opinião sobre algo: supostamente eu sou capaza de lidar com todos esses sentimentos de perda e parece que sou bom para amparar e suportar esses pesos. Todos eles me procuram, e me ligam, e choram, e reclamam, e pedem explicação e sugam meu tempo e a boa vontade... e eu me pergunto porque? Sei que não sou nenhum santo, e não tenho cacife para ser martir, alem do mais eu sei o que acontece com quem gosta de passar por santo, acaba se fudendo.
Mas acho que eu entendo o porque de procurar, eu não sou uma fortaleza, eu sou uma ilha. Longe a milhoes de distancias do resto do mundo, e poucas coisas vivem nesse lugar, um pouco de esperança e algo de vontade ainda residem lá, mas a terra é infertil e incapaz de germinar coisas boas, há um floresta de temor, medo, raiva e distanciamento... nada de sombra e agua fresca... nada... estou ilhado e pela distancia eles me procuram, como se eu fosse uma ilha paradisiaca, mas na verdade a realidade é distorcida... no fim das contas eu estou ilhado
Eu estava nessa, e todos pareciam me procurar para pedir ajuda e requisitar conselhos, outras queriam apenas atenção. Uma ou outra queria apenas colo e um pouco de carinho. Apesar da minha solidão e alienação constante todo mundo parecia ter a mesma opinião sobre algo: supostamente eu sou capaza de lidar com todos esses sentimentos de perda e parece que sou bom para amparar e suportar esses pesos. Todos eles me procuram, e me ligam, e choram, e reclamam, e pedem explicação e sugam meu tempo e a boa vontade... e eu me pergunto porque? Sei que não sou nenhum santo, e não tenho cacife para ser martir, alem do mais eu sei o que acontece com quem gosta de passar por santo, acaba se fudendo.
Mas acho que eu entendo o porque de procurar, eu não sou uma fortaleza, eu sou uma ilha. Longe a milhoes de distancias do resto do mundo, e poucas coisas vivem nesse lugar, um pouco de esperança e algo de vontade ainda residem lá, mas a terra é infertil e incapaz de germinar coisas boas, há um floresta de temor, medo, raiva e distanciamento... nada de sombra e agua fresca... nada... estou ilhado e pela distancia eles me procuram, como se eu fosse uma ilha paradisiaca, mas na verdade a realidade é distorcida... no fim das contas eu estou ilhado
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Dias dos bobos enamorados
Amor. paixão. Casais apaixonados andando de mãos dadas pelas ruas felizes e contentes. Saltitantes de ardor e carinho. Flores, cartões, perfumes, presentes de todos os tipos, ate mesmo chocolates. Declarações. E toda essa palhaçada. Mais um dia dos namorados, ou como eu ja apelidei, dia dos bobos enamorados. Logico que da para notar que eu sou um daqueles que se ressente pelos outros estarem acompanhados e eu não. Claro, acima de tudo, sou humano e é da minha natureza detestar e desprezar aquilo que não tenho. Não lembre que tenha tido algum dia dos bobos enamorados em qual eu não estivesse sozinho e carente. Para ser ainda mais honesto, nunca tive um relacionamento que pudesse ser considerado relativamente serio. E o unico que se aproximou disso, não durou mais que quatro meses. Mas sabe de uma coisa apesar de todo a minha amargura e do gosto constante de azedo na minha boca, ainda ha algo dentro de mim que acredite nessa palavrinha chamada amor. Ainda acredito em amor a primeira vista e em principes e princesas encantadas e todas essas coisas que parecem cada vez mais extintas nas nossas vidas cinicas onde sexo é uma moeda facil e que as pessoas so se mantem unidas por puro cotidiano. Ainda acredito... porque se não acreditar, acho que não estaria aqui ja faz muito tempo. Então, feliz dia dos bobos enamorados para todo mundo, para os casais e solitarios. Amor pode ser uma palavra indefinida para muitas pessoas, mas é dificil qualquer um de nos não ter sentido pelo menos uma vez.
terça-feira, 10 de junho de 2008
That´s all folks
Detesto ter que encarar o fato de que tudo uma hora ou outra na minha vida vai se tornar uma fotografia. Sabe como é... Uma vaga lembrança emoldurada na sua mente, as vezes escondida em baus abandonados e cobertos por teias de aranha, em outras em uma porta retrato ao lado da sua mesa de cabeceira onde ela é a primeira imagem que você enxerga pela manhã. Isso se chama lembranças. Todos os meus assim chamados amigos e companheiros estão indo embora. alguns apenas se afastam por não terem mais nada em comum, trabalhos opostos, questões diferentes, motivações distintas. Ou seja porque eles tem que ir embora, em busca de novas oportunidades, novos caminhos e vidas distantes. Tenho me segurado, mas tenho visto isso tudo acontecer, eles se formam na faculdade, entram em empregos, vão para outras cidades, se casam, tem filhos. conhecem outros amigos e aos poucos sei que a unica coisa que restara entre nos será essa antigas fotografias porque a linha tenue e fina que nos une será rompida com muita facilidade. Não havera mais festas e idas aos barzinhos, não havera mais historias e nem intrigas e ate mesmo fofocas, não havera mais segredos e trocas de experiencias, tudo isso será passado. Muitas vezes me pergunto como as coisas aconteceram, e eu cheguei aqui, meu maior temor a cada dia parece estar prestes a ocorrer, aquela solidão que nunca parece parar continua a me vigiar, e no fim das contas, so existira essas fotografias para que eu lembre que houve uma epoca onde existiu outras pessoas. E essas pessoas eu as chamava de amigos (as). É uma pena que foram embora.
Pra todos aqueles que se foram e que estão prestes a ir tambem. Um minuto de silencio
Pra todos aqueles que se foram e que estão prestes a ir tambem. Um minuto de silencio
domingo, 8 de junho de 2008
Vocês sabem o que disse Ed Gein sobre as mulheres?

Ele disse: Quando vejo uma garota bonita andando na rua penso em duas coisas. Uma parte minha quer sair com ela, conversar, ser legal de verdade e carinhoso e tratar ela direito. Mas a outra parte sempre se pergunta: que aparencia teria a cabeça dela cravada em uma estaca?
Momento Pat Bateman, o psicopata americano.
Morte a todas modeletes! Fashion é a puta que pariu!
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